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Postagens

World Wide Telescope - American Astronomical Society

O que o satélite vê? Neste site da American Astronomical Society  http://www.worldwidetelescope.org  conseguimos ver tanto o espaço como a Terra, através de imagens de satélites. O site traz várias coleções de imagens que, quando selecionadas, direcionam a visão da tela para o local da foto no espaço  🤩 . E onde entra a geofísica? Eles também têm imagens de partes do espectro fora do visível! Abaixo seguem alguns exemplos. A Lua com a visão da Via Lactea  Planck CMB Microondas cósmicas medidas pelo satélite Planck. Para saber mais clique aqui . Hydrogen Alpha

Gravimetria - Video Aula - Curso USP

Princípios da gravimetria, apresentados com a explicação do pessoal do IAG-USP.

Visualizações de temas geológicos no GPlatesPortal

O  GPlates Web Portal  é uma página com diversos links para visualização interativa e gratuita de dados geológicos. Ele  disponibiliza algumas visualizações 3D do globo terrestre com temas de geologia. Dentre eles há o  mapa geológico global ,  litologia do fundo do mar  e  velocidade de deslocamento das placas tectônicas .  Neste último, é possível clicar em um dos pontos e obter um gráfico que mostra a variação da velocidade de espalhamento.

EMAG2 🌍

EMAG2 é a sigla para " Earth Magnetic Anomaly Grid ", sendo 2 referente à resolução espacial (2 arcos de minuto). É uma grid em escala global do campo magnético anômalo. Eu particularmente gosto muito deste grid para estudo regionais pois é uma das maneiras mais fáceis de se obter dados regionais magnéticos. Há vários tipos de arquivos disponíveis para donwload, incluido um kmz , o que facilita a visualização no Google Earth .  Uma mudança importante desta versão é que os dados são mais fiéis à regiões onde não há dados. Na versão anterior do EMAG2 , de 2009, regiões com ausência de dados eram interpoladas ou inferidas por modelos idealizados. Apesar desta melhoria, vale ressaltar que é preciso verificar se os dados estão adequados para o estudo pretendido, uma vez que em algumas regiões os dados tem baixa resolução. Mais informações sobre a formação do grid podem ser obtidas no site e documentação do projeto . Uma forma de extrair os dados do EMAG2 é 1) salvar o arqu...

A resposta magnética da litosfera

     Utilizando dados de satélite da constelação Swarm e do CHAMP, foi publicado em 2017 um grid da resposta magnética da litosfera.  Os autores do grid fizeram uma análise da contribuição de cada satélite para a melhoria dos dados, e disponibilizaram neste  link .  Uma amostra do dados pode ser observada no vídeo abaixo, criado pela  ESA .  Campo magnético litosférico - European Spacial Agency, ESA       O grid LCS-1 foi publicado em  Olsen, N., D. Ravat, C. C. Finlay, and L. K. Kother, LCS-1: A high-resolution global model of the lithospheric magnetic field derived from CHAMP and Swarm satellite observations, Geophys. J. Int., 211, 1461–1477, doi:10.1093/gji/ggx381, 2017 .  Tanto a referência quanto o dado gridado estão disponíveis para download  aqui . Outros links: Highest resolution map of Earth’s lithospheric magnetic field Post: SWARM

SWARM

Imagem da página do Swarm. Crédito para ESA - ATG Medialab       A missão SWARM traz dados magnéticos de uma constelação de três satélites, iniciada em 2013 e que durou em torno de 4 anos. Os satélites A e C fizeram leituras a 460-600 km de altitude, e o satélite B, a 510 km.       Neste mês, publicaram uma nota sobre a descoberta de uma variação do campo magnético com as marés oceânicas . É mais ou menos como funciona com a variação diurna, só que esta é ligada à influência da Lua e não do Sol...       Alguns links sobre os dados Swarm: https://earth.esa.int/web/guest/swarm/data-access https://earth.esa.int/web/guest/data-access/how-to-access-esa-data https://earth.esa.int/documents/10174/1514862/Swarm-Users-Data-Access-Manual.pdf

Softway > Um caminho para georrefenciamento no Oasis Montaj™

Este é um breve roteiro para georreferenciar imagens no Oasis Montaj™ (foi Geosoft, hoje é da Seequent). Há diversas maneiras de realizar o georreferenciamento, mas considero esta forma mais direta. Também considero mais fácil georreferenciar  no Oasis Montaj™ do que  em programas GIS...  Tem uma forma de georreferenciar as figuras quando não há coordenadas no mapa. Isto é muito comum em mapas tectônicos, regionais. Se houver a demanda, me envie um email e eu monto o tutorial :). IMPORTANTE: São muitos detalhes, e se ocorrer um clique errado ou um erro de digitação, você tem que começar tudo novamente. Então, mantenha o foco e bom trabalho :) 1) Salve uma imagem do mapa Primeiro, salve o mapa a georreferenciar em JPG. Por este meio, é preciso salvar a imagem incluindo as coordenadas! 2) Menu Grid and Image>Utilities>Copy/Convert No grid de saída, nos três pontos, dar um nome e selecionar o grid tipo Geosoft Color. No mapa que abriu, você pode criar...

Links Úteis - Teoria - Campo magnético

Campo Magnético - Instituto Português do Mar e da Atmosfera - IPMA Magnetismo terrestre - Portal CPRM

Ibéria - Reconstruções paleomagnéticas

(Em edição!) Reconstrução paleomagnética na Ibéria Ocidental - a lguns trabalhos Verhoef et al. (1990)   Verhoef et al. (1990)   faz uma reconstrução ao final da anomalia C34  (1) (2)  utilizando dados magnéticos do Atlântico Norte, através de um método computacional que utiliza grids inteiros na reconstrução. Neste trabalho, ele apresenta o método e inclui os códigos em FORTRAN. (1) Figura original de  Verhoef et al. (1990)   (2) Figura original de  Verhoef et al. (1990)   Srivastava et al. (1990) Em  Srivastava et al. (1990) ,  a reconstrução da batimetria na anomalia magnética é  apresentada como a seguir (3,4) . (3) Figura original de  Srivastava et al. (1990) (4) Figura original de  Srivastava et al. (1990) Srivastava et al. (2000) Em  Srivastava et al. (2000) , é  u tilizada a reconstrução de Verhoef et al. (1990), com polos de rotação das placas eurasiana e afr...

Ibéria-Newfoudland - Modelo cinemático de Srivastava et al. 1990

Srivastava et al. (1990)  realizou um estudo da movimentação da Ibéria com dados aeromagnéticos da margem de Newfoundland, e apresenta um modelo  cinemática a partir da anomalia magnética interpretada como "M0" . Este tipo de reconstrução é questionada ( Nirrengarten et al., 2018), pois hoje se sabe que a anomalia mapeada como M0 entre Ibéria e Newfoundland não pode ser chamada de isócrona, pois não é originada em crosta oceânica e não forma um par simétrico (Nirrengarten et al., 2018; Szameitat et al., 2020). A análise em  Srivastava et al. (1990)  compara as anomalias magnéticas marinhas de 24 a 34 no lado canadense (1) com as presentes na margem ibérica, o que sugere a movimentação assimétrica entre as anomalias 31 e 34.  As anomalias registram um padrão de espalhamento lento destas margens. (1) Figura original de  Srivastava et al. (1990) S rivastava et al. (1990) ,  traz uma sequência cinemática (2), onde a Ibéria  se mov...